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SARGENTO DO EXÉRCITO COORDENA PROJETO DE RESPIRADOR MECÂNICO DE BAIXO CUSTO


ESSENCIAL PARA MANTER A VIDA DE PACIENTES GRAVES COM A COVID-19, UM RESPIRADOR MECÂNICO DE BAIXO CUSTO ESTÁ SENDO PRODUZIDO POR UM GRUPO DE PESQUISADORES EM MACEIÓ. O PROJETO, QUE VOLUNTARIAMENTE É COORDENADO PELO 1º SARGENTO RODRIGO COSTA DOS SANTOS, DO 59º BATALHÃO DE INFANTARIA MOTORIZADO (59º BI MTZ), TEM POR OBJETIVO SUPRIR A DEMANDA DOS HOSPITAIS POR RESPIRADORES MECÂNICOS.

Republicado por: Carlos Leal MTb/DF 8947
A iniciativa de produzir o respirador mecânico partiu do Sargento Rodrigo, que também é matemático e possui projetos nas áreas de engenharia química e mecânica. A linha de pesquisa foi arquitetada a partir de uma engenharia inovadora, utilizando o ambu (reanimador manual) como princípio de funcionamento, pois o militar já teve contato com este equipamento no curso de resgate em áreas de difícil acesso.
Aliou-se aos conhecimentos do militar, a expertise do professor Edson Camilo, do Instituto Federal de Alagoas (IFAL), mestre em engenharia de produção e doutorando em engenharia industrial. Ainda fazem parte da equipe três membros da engenharia mecatrônica, um programador, um médico, e um engenheiro eletricista, especialista em respirador mecânico.
O protótipo funciona utilizando o ambu, que faz o aparelho gerar ventilação por meio de um artefato mecânico. O equipamento também possui sensores de fluxo de ar, de pressão e de volume. Permite, ainda, ser configurado por um profissional de saúde em parâmetros como frequência, volume epeep, entre outros, tudo por meio de um display touch.
O ventilador mecânico, batizado de “Respiral”, levou 15 dias para ser produzido (pesquisa e produção) e, segundo a equipe de pesquisadores, tem seu valor estimado em R$ 3.500,00. Os testes do “Respiral” só poderão ser realizados após aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de também passar por certificação.




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